Este passeio é uma sugestão. No VaiAli, você escolhe os pontos que quer visitar e monta seu próprio roteiro no mapa.
🗺️ Sugestão de passeio · VaiAli · Morretes PR

Da Graciosa ao
barreado

Desça a Serra do Mar pela Estrada da Graciosa, explore o centro histórico tombado às margens do Rio Nhundiaquara e almoce o prato mais famoso do litoral paranaense.

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Morretes, onde a serra encontra o rio

A menos de 70km de Curitiba, Morretes guarda um dos conjuntos históricos mais preservados do Paraná — tombado pelo Estado em 2022. Às margens do Rio Nhundiaquara, a cidade cresceu como entreposto entre o planalto e o litoral, e esse passado ficou gravado em cada casarão, cada pedra de calçamento, cada engenho às beiras d'água.

Este passeio começa na Estrada da Graciosa — com seus recantos e paisagens de Mata Atlântica — e termina no centro histórico, com barreado e rio. É uma sugestão do que você pode explorar com o VaiAli, app gratuito de turismo do litoral do Paraná.

1721Fundação da vila
2022Tombamento estadual
~66kmDe Curitiba
20+Pontos no app
🚗
Por onde começar

Saia de Curitiba pela BR-277 e acesse a Estrada da Graciosa (PR-410) pelo Portal. Desça a serra parando nos recantos que quiser — todos têm estacionamento, quiosque e sanitários. Ao chegar em Morretes, deixe o carro próximo ao centro histórico e siga a pé. E se bater fome na descida, aproveite para parar num dos quiosques e comer um pastel quentinho enquanto a paisagem vai se abrindo.

🌿 Estrada da Graciosa
Portal da Estrada da Graciosa PR-410 🕗 8h00 1
Natureza & Paisagem

Portal da Estrada da Graciosa

A viagem começa aqui. O Portal marca a entrada da PR-410 — a Estrada da Graciosa — uma das rodovias mais bonitas do Brasil, cortando 35km de Mata Atlântica entre o planalto curitibano e o litoral paranaense.

A estrada foi concluída em 1873 , seguindo os traçados dos antigos caminhos coloniais que indígenas e tropeiros usavam para descer a serra com mercadorias. Ao longo dos seus 35km, sete recantos oficiais oferecem paradas com estrutura completa — e a paisagem muda a cada curva.

🌿 A Estrada da Graciosa integra a Área de Proteção Ambiental da Serra do Mar e está dentro do Parque Estadual Pico do Paraná.
Recanto Engenheiro Lacerda — vista do Pico do Paraná e Baía de Antonina 🕗 8h30 2
Natureza & Paisagem

Recanto Engenheiro Lacerda

A primeira grande parada descendo a serra, localizada a 6km do Portal. Daqui se tem uma das vistas mais privilegiadas de todo o trajeto: o Pico do Paraná — a montanha mais alta do Sul do Brasil — e, ao fundo, a extensão das baías de Antonina e Paranaguá.

Um dos recantos mais visitados da Graciosa, e por boas razões. Estacionamento, quiosque e sanitários disponíveis.

📸 Com boa visibilidade, é possível contemplar a serra do mar e a baía de Antonina e Paranagua.
Recanto Bela Vista — Pico Marumbi e vista de Paranaguá 🕗 9h00 3
Natureza & Paisagem

Recanto Bela Vista

Outro ângulo privilegiado: daqui é possível avistar parte da cidade portuária de Paranaguá e uma nova perspectiva dda serra do mar em toda sua magnitude.

Estrutura completa com estacionamento, quiosque e sanitários.

Recanto Rio Cascata na Estrada da Graciosa 🕗 9h30 4
Natureza & Paisagem

Recanto Rio Cascata

Um riacho de água fresca da Serra do Mar corre ao lado deste recanto, formando uma pequena cascata onde dá para se refrescar no calor. Quiosque, banheiros e churrasqueiras disponíveis.

Uma parada mais tranquila, boa para quem quer desacelerar um pouco antes de continuar a descida.

💧 A água dos rios da Graciosa nasce na Serra do Mar — cristalina e gelada mesmo nos dias quentes.
Recanto Curva da Ferradura — trecho original da trilha colonial 🕗 10h00 5
História & Natureza

Recanto Curva da Ferradura

Nesse ponto é possível caminhar sobre um trecho original da trilha que originou a estrada — e conhecer o trabalho de pavimentação manual executado para facilitar a escalada até o planalto. Pedras encaixadas à mão, séculos atrás, por quem subia e descia carregando mercadorias entre o litoral e Curitiba.

É um dos recantos com mais história da Graciosa — e um dos menos explorados.

👣 O trecho original da trilha colonial ainda está preservado. Caminhar alguns metros sobre ele é andar sobre a mesma pedra que tropeiros pisaram há mais de 200 anos.
Recanto Mãe Catira — rio, corredeiras e cachoeira na Estrada da Graciosa 🕗 10h30 6
Natureza & Paisagem

Recanto Mãe Catira

O recanto mais disputado da Graciosa — e não é difícil entender por quê. O Rio Mãe Catira corre ao lado com corredeiras e uma cachoeira de mais de 70 metros. As pessoas entram na água, as crianças brincam nas pedras, e o som da água toma conta do lugar.

É o recanto com mais churrasqueiras e mais vagas de estacionamento. Chegue cedo para garantir um bom lugar.

Mais dois recantos no caminho

Em todos os recantos você encontra quiosques. Aproveite para parar, comer um pastel quentinho e deixar a paisagem fazer o seu trabalho.

⛪ Porto de Cima
Rio Nhundiaquara em Morretes PR 🕗 11h00 7
Natureza & Paisagem

Os Rios

Ao descer a serra, você começa a acompanhar o Rio Nhundiaquara — o mesmo rio que atravessa Morretes e deu origem a toda a sua história. As nascentes estão aqui na Serra do Mar, e a água desce limpa, fria e transparente entre a mata fechada.

É também o rio que movia os engenhos de erva-mate, que alimentava o comércio entre o planalto e o litoral, e que hoje corre ao lado dos restaurantes onde você vai almoçar. Uma presença constante em tudo que você vai ver daqui para frente.

🌊 O Nhundiaquara é um dos rios mais emblemáticos do litoral do Paraná — nasce nas nascentes do Recanto São João da Graciosa e deságua na Baía de Antonina.
Ponte Presidente Fleury sobre o Rio Nhundiaquara em Porto de Cima 🕗 11h10 8
História & Patrimônio

Ponte Presidente Fleury

No Km 6,5 da PR-411, esta ponte metálica sobre o Rio Nhundiaquara foi construída na Inglaterra e inaugurada em 1912 na gestão do governador Francisco Xavier da Silva. Um exemplar raro de engenharia importada numa localidade de interior do litoral paranaense.

Porto de Cima, onde ela está inserida, foi um dos distritos mais ativos do litoral no período dos engenhos de erva-mate movidos pelo rio. A ponte é um dos marcos mais fotografados da região.

📸 A ponte sobre o Nhundiaquara com a mata fechada ao fundo é uma das composições mais fotografadas da região.
Igreja de São Sebastião em Porto de Cima, tombada em 1963 🕗 11h20 9
História & Patrimônio

Igreja de São Sebastião

Uma das igrejas mais antigas do litoral paranaense, tombada pelo Estado em 1963. A história começa em 1779, quando o tenente-coronel Afonso Botelho de Sampaio e Souza iniciou a construção para a população que vivia da garimpagem de ouro e do movimento fluvial entre o litoral e o planalto.

A reforma da década de 1840 gerou uma solução incomum: a antiga capelinha virou a capela-mor da nova igreja — mas como estava voltada para o lado oposto, sua fachada original passou a ser os fundos. O resultado é uma igreja com dois frontispícios que contam, cada um, uma fase diferente da história local.

🏛️ A fachada original tem frontão triangular com volutas do século XVIII — rara no litoral paranaense.
Casa Dona Siroba em Porto de Cima — arquitetura luso-brasileira 🕗 11h30 10
História & Patrimônio

Casa Dona Siroba

Na esquina de Porto de Cima, esta casa de dois pavimentos revela sua história pela arquitetura. O térreo foi pensado para o comércio — portas abrindo para as duas ruas — enquanto o sótão habitável traz a influência da imigração portuguesa, com o contorno curvo que faz a concordância entre os dois pavimentos.

Hoje funciona como pousada, mantendo o nome e o espírito do lugar. E antes de continuar para Morretes, aproveite para tomar um sorvete em Porto de Cima — uma pausa merecida depois da descida da serra.

🍦 Porto de Cima tem uma boa sorveteria local — uma pausa perfeita antes de entrar em Morretes.
🏛️ Centro Histórico de Morretes
Igreja de São Benedito em Morretes PR 🕗 11h45 11
História & Patrimônio

Igreja de São Benedito

Em 1760, foi fundada em Morretes a Irmandade de São Benedito — reunindo, conforme seus estatutos, "pretos, escravos e administradores e pessoas livres que por suas devoções quiserem pertencer a ella sem distinção de sexo ou idade". Uma declaração de inclusão notável para a época.

Entre 1865 e 1895, em plena decadência econômica da região, os irmãos construíram com grande dificuldade a igreja e o cemitério adjacente. Quase toda a documentação foi perdida numa enchente nos anos 1960 — um século de registros simplesmente apagado pela água.

🙏 No altar-mor destaca-se a imagem de São Benedito, filho de escravos africanos que se tornou símbolo de fé para as irmandades negras de todo o Brasil colonial.
Ponte Velha sobre o Rio Nhundiaquara em Morretes PR 🕗 12h00 12
História & Patrimônio

Ponte Velha

Marco histórico de Morretes, esta ponte centenária atravessa o Rio Nhundiaquara e é ponto de passagem obrigatória do centro histórico. Construída no início do século XX, oferece uma das vistas mais bonitas do casario histórico refletido no rio.

É o ponto de encontro natural de quem chega a Morretes: moradores na travessia diária e visitantes registrando o encontro entre a arquitetura colonial e as águas do Nhundiaquara.

📸 Vista da Ponte Velha com o rio e o casario ao fundo é um dos registros mais compartilhados de Morretes.
Feirinha de Morretes PR — artesanato e produtos regionais 🕗 12h15 13
Gastronomia & Cultura

Feirinha de Morretes

Antes do almoço, passe pela Feirinha no centro histórico — produtos artesanais, especiarias locais, comidas típicas e a produção regional que não chega às prateleiras dos supermercados. Um ponto de encontro cultural onde a autêntica produção de Morretes se apresenta diretamente pelo produtor.

Bom lugar para guardar o apetite e já ir de olho no que vai levar na hora de voltar para casa.

Antiga Farmácia Paranaense em Morretes PR — casarão eclético com harpia na fachada 🕗 12h30 14
História & Patrimônio

Antiga Farmácia Paranaense

No Largo Lamenha Lins, um casarão de ornamentação eclética chama atenção pela fachada exuberante — e por um detalhe que poucos percebem: uma harpia alçando voo coroa a empena do edifício. Foi uma homenagem de Roberto França à sua mãe, imigrante polonesa que chegou ao Brasil com apenas 2 anos de idade.

Construído em 1917, abrigou a Farmácia Paranaense por mais de 60 anos. Um levantamento do IPHAN em 2010 encontrou 1.295 peças inventariadas: embalagens, equipamentos médicos, móveis, livros de registro — um acervo que conta como os boticários atendiam seus clientes no litoral paranaense.

🦅 Procure a harpia no topo da fachada. É o tipo de detalhe que a maioria dos visitantes passa sem ver.
Centro Histórico de Morretes PR — tombado em 2022 🕗 12h45 15
História & Patrimônio

Centro Histórico

O centro histórico de Morretes não foi planejado — foi crescendo junto com o rio. A mancha urbana mais antiga se desenvolveu às margens do Nhundiaquara seguindo a clássica implantação luso-brasileira: traçado orgânico, largos, ruas para pedestres e eixos que abrem visuais entre o construído e a natureza.

Por aqui passavam o Caminho Colonial do Arraial e o Caminho Colonial do Itupava — antigas picadas indígenas que se tornaram as principais vias de comunicação entre o planalto e o litoral. O conjunto foi tombado pelo Estado do Paraná em 2022, inscrito no Livro do Tombo Histórico e no Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico.

Barreado — prato símbolo do litoral paranaense, servido em Morretes

🍽️ Hora do Barreado

Já é hora do almoço e Morretes tem cheiro de barreado no ar. Os restaurantes às margens do Rio Nhundiaquara servem o prato símbolo do litoral paranaense desde que o trem começou a trazer visitantes de Curitiba — há mais de um século.

O barreado é carne cozida lentamente em panela de barro lacrada com uma mistura de farinha e água para vedar o vapor — por no mínimo 12 horas. Servido com farinha de mandioca, arroz e banana, o resultado é uma carne que se desfaz sem garfo.

Almoce na varanda, com o rio na frente. Morretes convida a isso.

🌤️ Tarde
Casa de Rocha Pombo — Biblioteca Municipal de Morretes PR 🕗 14h00 17
Cultura & Personalidades

Casa de Rocha Pombo

Uma casa simples de um pavimento, frente para o Rio Nhundiaquara. Nada sugere, de fora, que ali nasceu um dos intelectuais mais importantes do Paraná. José Francisco da Rocha Pombo (Morretes, 1857 – Rio de Janeiro, 1933) foi historiador, jornalista, escritor e professor — autor de História do Brasil em 10 volumes e de Nossa Pátria, com mais de 80 edições.

Em 1892, em Curitiba, colocou a pedra fundamental do que pretendia ser a primeira universidade do Paraná. A casa foi restaurada e abriga hoje a Biblioteca Municipal — um monumento à memória do homem que passou a vida inteira tentando contar a história do Brasil a partir de quem estava longe do centro do poder.

📚 Rocha Pombo foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, mas faleceu antes de tomar posse.
Marco Zero de Morretes PR 🕗 14h20 18
História & Patrimônio

Marco Zero

O ponto simbólico de fundação da cidade de Morretes. É aqui que a história oficial da vila começa — o local que marca a origem do desenvolvimento urbano de uma cidade que cresceu às margens do rio, impulsionada pelo comércio entre o planalto curitibano e o litoral.

Um registro simples e direto da memória fundadora de Morretes — o tipo de detalhe que quem passa apressado não nota, mas que quem explora a pé encontra e não esquece.

Hotel e Restaurante Nhundiaquara — imóvel mais antigo de Morretes PR 🕗 14h40 19
História & Patrimônio

Hotel Nhundiaquara

Considerado o imóvel mais antigo de Morretes, construído possivelmente entre o final do século XVII e o início do XIX. Ao longo de três séculos foi cassino, escola, fábrica de meias, centro espírita e sede da Repartição Geral dos Telégrafos — quando Morretes era o principal nó de distribuição de mensagens telegráficas do Sul do Brasil.

Uma cidade aparentemente esquecida no sopé da serra que, por um período, concentrava a comunicação de uma região inteira. Desde 1945 funciona como Hotel Nhundiaquara — um dos restaurantes mais conhecidos do litoral paranaense, famoso pelo barreado servido às margens do rio.

📡 No auge do telégrafo, Morretes era o hub de comunicação do Sul do Brasil. A história que a fachada colonial não conta.
Antigo Engenho de Erva-Mate Bernardo Pereira em Morretes PR 🕗 15h00 20
História & Patrimônio

Antigo engenho de Erva-Mate

No primeiro povoado de Morretes, esta casa fazia parte do engenho de de Erva-Mate de Bernardo Moreira — possivelmente o último a ser instalado na cidade, em 1842, no auge do ciclo da erva-mate no litoral paranaense. O que resta é a casa, testemunha de um dos ciclos econômicos mais importantes do Paraná.

O edifício faz parte do Complexo Histórico, Urbano e Paisagístico de Morretes, tombado como patrimônio histórico pelo Estado do Paraná em 2022. Quase toda a erva-mate que abastecia o Brasil era processada em engenho como este.

Casa de António Vieira dos Santos em Morretes PR — Pai da História Paranaense 🕗 15h20 21
Cultura & Personalidades

Casa de António Vieira dos Santos

Em 1797, um menino de 13 anos embarcou no Porto, Portugal, rumo ao Brasil. Chegou ao Rio de Janeiro, seguiu para Paranaguá, viajou pelo nordeste, casou, fez carreira pública e, em 1825, se instalou em Morretes para abrir uma beneficiadora de erva-mate. Chamava-se António Vieira dos Santos — e seria ele o primeiro a registrar sistematicamente a história do litoral paranaense.

Na noite de 20 de maio de 1843 sofreu um atentado que lhe custou a visão do olho direito. Continuou pesquisando e escrevendo. Seus livros são até hoje fontes primárias insubstituíveis para quem pesquisa a história do Paraná. É o Pai da História Paranaense e patrono da cadeira nº 1 da Academia Paranaense de Letras.

✍️ Vieira dos Santos recebia regularmente jornais e livros de Lisboa. Foi catalogando a história de uma região que ninguém mais havia se dado ao trabalho de registrar.
Casa do Juiz de Termo em Morretes PR — teria hospedado Dom Pedro II 🕗 15h40 22
História & Patrimônio

Casa do Juiz de Termo

Na Rua General Carneiro, com os fundos voltados para o Rio Nhundiaquara, esta casa pertenceu à família de Joaquim José Alves, Juiz do Termo — e segundo a tradição local, teria hospedado Dom Pedro II e sua esposa em junho de 1846.

A localização não é por acaso: é exatamente neste trecho, ao redor da Igreja Matriz e ao longo das ruas General Carneiro e Coronel Modesto, que se formou o primeiro núcleo urbano de Morretes. A cidade cresceu como a maioria das vilas luso-brasileiras do século XVIII: sem planejamento formal, acomodando-se ao terreno às margens do rio.

Igreja Matriz Nossa Senhora do Porto em Morretes PR 🕗 16h00 23
História & Patrimônio

Igreja Nossa Senhora do Porto

No ponto mais elevado do centro histórico, a Igreja Matriz domina a paisagem com a simplicidade sólida das igrejas coloniais do litoral paranaense. Está no mesmo lugar onde, em 1769, uma humilde capelinha foi erguida após autorização do próprio Papa — a primeira expressão de fé organizada da vila.

A construção atual começou em 1812 e a inauguração viria apenas em 1850 — quatro décadas de obra. No interior, toda a Via Sacra foi pintada a óleo pelo artista morretense Theodoro de Bona. Do lado de fora, um sino vindo de Portugal, fundido em 1854 com o brasão do Império, ainda anuncia os horários no Largo da Matriz.

🔔 O relógio na torre — instalado desde a fundação da igreja — segue funcionando até hoje.
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Todos os pontos deste roteiro estão mapeados e descritos no VaiAli. No app, você escolhe onde quer ir, salva favoritos e gera rota até qualquer ponto — gratuito, sem cadastro, sem anúncios.

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Morretes tem dezenas de atrativos — e este roteiro é apenas uma sugestão do que você pode descobrir. Se tiver um segundo dia, explore mais o centro histórico, o entorno do rio ou suba para conhecer o Marumbi. E a poucos quilômetros daqui fica Antonina — outra cidade histórica tombada, com casarões do século XIX, a Baía de Paranaguá e gastronomia local. Vale muito a visita.

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